O legado dos governos do PT em São Luís

Na semana em que a capital maranhense completa 409 anos de história, lutas e conquistas, carregamos em nós o desejo de ver nossa São Luís voltar a um desenvolvimento crescente, como o que vimos entre os anos de 2003 e 2016.

Na esperança de que isso aconteça num futuro próximo  com o início de um novo governo em 2022, mais democrático e que se preocupa com as necessidades do povo brasileiro, relembraremos algumas das conquistas, que transformaram a cidade de São Luís e a vida de sua população durante os 13 anos de governo do PT.

Um dos maiores programas do mundo de assistência social a pessoas de baixa renda, o Bolsa Família atendeu, só em São Luís até o ano de 2016, mais de 81 mil famílias. Mais de 29 mil idosos e 17 mil pessoas com deficiência recebiam o Benefício de Prestação Continuada.

O Minha Casa Minha Vida, um dos maiores programas habitacionais do país, teve 37,1 mil  unidades contratadas no município (até 2016).

A taxa de desemprego na cidade caiu com a criação de 159,8 mil  postos de trabalho formal.

Na área da educação o PT investiu em diversos programas que beneficiaram jovens e adultos, como o ProUni, que até 2016 somava 25,7 mil  beneficiados. Com o Fies foram mais 33,3 mil alunos beneficiados.

Além disso, as matrículas no ensino superior em São Luís passaram de  55,3 mil em 2003 para  111,5 mil  em 2014. Com o Ciência sem Fronteiras 988  bolsas foram concedidas para estudantes de São Luís.

Além desses, programas como Sisu, Enem e Pronatec mudaram a vida de milhares de jovens que passaram a ter acesso ao ensino superior e técnico.

Na área de infraestrutura, São Luís foi uma das cidades incluídas no programa  PAC Cidades Históricas, que revitalizou o Complexo Deodoro, que inclui  as praças Deodoro e Panteon e as alamedas Gomes de Castro e Silva Maia, e a Rua Grande, além da restauração de casarões do nosso centro histórico. Ainda pelo PAC, São Luís recebeu a avenida Quarto Centenário e os residenciais Camboa e Jackson Lago.

A saúde em São Luís também foi beneficiada nesses 13 anos de gestão do PT, com programas como Mais Médicos,  Saúde Não Tem Preço,  Farmácia Populares, UPA’s 24h, entre tantos outros.

A zona rural de São Luís também foi beneficiada. Com o Luz Para Todos a energia elétrica chegou em  6,8 mil lares no município, até o ano de 2016. Já com o Plano Safra de Agricultura Familiar 132  contratos foram firmados com agricultores do município entre os anos de 2015/16.

A CRÔNICA DA DEMOCRACIA DOS POLÍTICOS

por Deputado Zé Inácio (PT)

A democracia todo cidadão de bem luta por ela desde a Grécia Antiga. A hegemonia todo político quer para si. No conceito de Gramsci, uma classe dirigente consegue ser aceita como legítima pelas demais classes ou pelo conjunto da sociedade porque sustenta a sua hegemonia através do que chamamos de consenso. Assim, o mais democrático nem sempre representa o melhor para mim, mas o que é decidido pela maioria é o que é melhor para a maioria, para atender aos interesses da maioria.

Um fato que chamou atenção recentemente foi a declaração do Governador Flávio Dino em agenda no interior do Estado no último fim de semana. Dino surpreendeu a classe política maranhense quando questionado sobre a sua sucessão e sobre quem apoiará em 2022 na disputa pelo comando do Palácio dos Leões. “Nós estamos em 2021 e só vamos decidir isso em 2022. Agora minhas agendas são exclusivamente agendas de trabalho, obras, benefícios à população. Em 2022 a gente vai tratar de eleições”, declarou o governador maranhense.

No meio político, a declaração de Flávio Dino foi desacertada para uns e acertadíssima para outros. Aliás, o dinamismo e a dialética da política não admitem a máxima de não deixar para fazer amanhã o que pode ser feito hoje. Outra coisa importante: a democracia dos políticos na disputa por hegemonia pode possibilitar que todos que compõem a base do Governador estejam juntos depois de novembro, a partir de uma decisão política a ser tomada por ele, mas é importante salientar que esta mesma democracia dos políticos garante que, em vez da unidade entre candidatos A, B, C, D e F, tenhamos uma dissidência na coalizão política, com a existência de mais de uma candidatura da base de Flávio Dino ao Governo do Estado. Por isso, a cautela é sempre bem-vinda!

A definição sobre a sucessão do Governador, marcada para novembro, surgiu como alternativa à Reforma Política em tramitação no Congresso Nacional, cuja proposta já fora aprovada pela Câmara dos Deputados. Porém, tudo indica que não passará no Senado Federal, fato importantíssimo para o fortalecimento dos partidos políticos e que fragiliza os caciques de partidos, o que pode contribuir com a necessária unidade política para ajudar a salvar mandatos no Parlamento.

Após novembro ou dezembro, o Governador Flávio Dino terá mais tempo para construir a unidade da sua base política, que dará continuidade às transformações sociais implementadas pelo seu Governo. O mais correto é esperar as águas de março, às vésperas das prováveis desincompatibilizações. Por falar em água, faz lembrar a ponte do Conde Maurício de Nassau, faz lembrar a ponte idealizada pelo ex-Governador Antônio Dino em 1970. Na verdade, muita água ainda vai passar por debaixo da ponte, sendo que a ponte sobre o Rio Pericumã ainda está em construção. Ou seja, vamos primeiro concluir a ponte, inaugurá-la todos juntos, fortalecer a unidade do grupo e somente depois definir o candidato. Os incautos, os céticos, podem até achar que o melhor momento será em julho/agosto de 2022!? A partir de março, vamos falar menos sobre marcha a ré e mais em caminhar para frente, em continuidade, todos juntos. E afirmar em alto e bom som que na política do Maranhão o boi já não mais voa, mas que ele brilha, encanta e é mais feliz!

Caso contrário, o passageiro da VIA Expressa está só de espreita; e se pegar o bonde pode ser um caminho sem volta. Neste caso, a responsabilidade é de cada um dos senhores e das senhoras! E aí vamos saber se o sertão vai virar mar ou se o mar vai virar sertão…

 

30 de agosto de 2021

Zé Inácio recebe presidente da Aços Itinga

Michel Melo e Zé Inácio

No último dia 17, o deputado Zé Inácio recebeu a visita do Presidente da Aços Itinga, Michel Melo, para apresentação do projeto de construção da fábrica de industrialização e produção da cadeia final de aço.

Essa será a primeira indústria de base da cidade, gerando inicialmente 200 empregos diretos e 800 empregos indiretos somente na primeira fase do projeto, passando após ganho de Market Share a 600 empregos diretos e 2400 empregos indiretos, que representaria cerca de 15% de toda a população  empregada na Aços Itinga.

A empresa também pretende atuar em parceria com ações sociais na cidade, como Jogadores do Futuro, projeto de horta orgânica em escolas, projetos sócio ambientais como captação de água das chuvas e reuso nas escolas públicas.

Além de todos esses benefícios, com a chegada da Aços Itinga a renda per capita do município e o PIB subirão 47%.

Zé Inácio disse ver a chegada da empresa ao município de Itinga como um grande presente para a população, pois irá gerar um número significativo de empregos. “Com o pleno funcionamento da Aços Itinga, além da geração de empregos servirá também como motivador para que outras empresas possam se instalar na cidade e assim gerar mais oportunidades de trabalho. 

Sérgio Vieira, Zé Inácio e Michel Melo

A visita foi acompanhada pelo assessor do governo do estado Sérgio Vieira.

“O medo de Bolsonaro é que Flávio Dino vacine cem por cento dos maranhenses antes dele ‘matar’ 500 mil brasileiros”, afirma Zé Inácio

O deputado estadual Zé Inácio, durante sessão virtual da Assembleia Legislativa, falou  sobre a aprovação da vacina russa Sputnik V, pela Anvisa.

“Foi um passo importante com o objetivo de vacinar toda a população brasileira, em especial a população do Nordeste. Eu acho que a decisão demonstra que a vacina tem que ser uma das metas prioritárias dos nossos governantes e aí eu destaco a atuação do Consórcio Nordeste, dos governadores do Nordeste, como a luta do Governador Flávio Dino nessa batalha em favor da vacina para garanti-la em massa para a população maranhense.”, disse.

O deputado criticou aqueles que têm questionado a eficácia da vacina e definiu como política a decisão da Anvisa, aprovando apenas 1% da quantidade de doses solicitadas pelos governadores do Nordeste, que era de 37 milhões de doses, dessas pouco mais de 4 milhões seriam para o Maranhão. 

“Após a decisão da Anvisa, setores bolsonaristas continuam questionando a eficácia da vacina, com o seu negacionismo de sempre. Sabemos que essa decisão da Anvisa tem um viés altamente político, e nós observamos isso por conta da quantidade  que foi aprovada para o Nordeste (apenas 1% da quantidade que está sendo contratada pelos Estados). No Maranhão foi apenas 1% liberado, o que corresponde a 140 mil doses apenas. Ou seja, se a vacina não tivesse eficácia, isso significaria colocar milhares de pessoas em risco no País. Isso demonstra que a Anvisa não liberou mais vacinas simplesmente por conta da guerra política que Bolsonaro trava com os governadores sobre a vacina, sobretudo no Nordeste”, afirmou.

Zé Inácio também criticou a postura negacionismo do presidente Jair Bolsonaro diante da pandemia e sua influência na decisão da Anvisa para aprovação da vacina. 

“Bolsonaro tem medo de que, com a liberação de todas as doses da vacina Sputnik V solicitadas pelos governadores do Nordeste, esses estados, em especial o Maranhão – onde o governador Flávio Dino tem repreendido seu descaso com a pandemia veemente, vacinem 100% da sua população antes do restante do país, ou seja, antes que ele “mate” 500 mil brasileiros.”, afirma.

Sancionada lei de Zé Inácio que dispõe sobre estado de calamidade pública

Foi sancionada pelo governo do estado a lei de autoria do deputado Zé Inácio (PT), que estabelece critérios para reconhecimento de estado de calamidade pública nos municípios do Estado do Maranhão pela Assembleia Legislativa.

Dentre alguns critérios estabelecidos pela lei, para aprovação da solicitação de  calamidade pública o documento enviado pelas prefeituras  deve vir instruído com o tipo de situação anormal detectada, a descrição da área afetada, das causas e dos efeitos, assim como a estimativa dos danos humanos, materiais, ambientais e serviços essenciais prejudicados. Além disso,  devem ser descritas as medidas e ações em curso por parte do gestor municipal para garantir o restabelecimento da normalidade, a capacidade de atuação e os recursos humanos que vão ser disponibilizados, recursos materiais, institucionais e financeiros empregados pelo respectivo município, bem como a comprovação de encaminhamento de decreto à Câmara Municipal para que os vereadores e a população tomem conhecimento e acompanhem as ações do executivo. Outro critério importante exigido é a continuidade da obrigação, por parte dos municípios, em alimentar o portal da transparência com as informações relativas às despesas efetuadas no período de calamidade. 

Quanto à fiscalização do  cumprimento das obrigações dos municípios que tiveram seu pedido atendido, caberá ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) o controle e a fiscalização da legalidade e regularidade dos atos administrativos, das despesas e execuções financeiras enquanto perdurar o estado de calamidade pública.

“A sensação que podemos ter é que não estamos tendo o devido controle com a perigosa expansão do COVID-19 nos municípios do Maranhão e tal situação deve ser enfrentada com a seriedade necessária, e o correto emprego dos recursos recebidos diante do estado de calamidade. 

tendo em vista que já existem indícios divulgados pela imprensa de supostos desvios da finalidade dos recursos recebidos diante do estado de calamidade, torna-se necessário  estabelecer critérios para essa decretação.”, afirma Zé Inácio. 

Portanto, o objetivo desta lei é exigir a correta aplicação dos recursos públicos recebidos pelos municípios maranhenses.