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Rapidinhas do Blog

Zé Inácio Prestigiou neste fim de semana, da grande confraternização da Equipe Mega Vibes ao som de muito Reggae Roots, do grande amigo Wadney.

Fábio Costa, José Inacio, Waldiney, Henrrique Chaves

Aliados de Chávez vencem em 20 dos 23 estados da Venezuela

As eleições estaduais na Venezuela consagraram no domingo 16 a vitória dos aliados do presidente venezuelano Hugo Chávez em 20 dos 23 estados. Porém, o principal adversário do presidente, Henrique Capriles, venceu em Miranda, estado considerado chave, no Norte do país. O resultado das eleições foi anunciado por volta das 21h de ontem pela presidenta do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Tibisay Lucena.

Há, entretanto, possibilidades de mudanças nos estados de Bolívar e Amazonas, segundo o conselho. Os aliados de Chávez perderam nos estados de Amazonas, Lara e Miranda. Em Miranda, venceu Capriles que, nas eleições de outubro, conquistou 44% dos votos, enquanto Chávez venceu com 54%. Miranda é um dos estados mais ricos e populosos da Venezuela.

Na Venezuela o voto não é obrigatório e a previsão é que a abstenção chegue a 40%. Os números estão sendo fechados. Ontem, 17.421.923 eleitores foram às urnas em 12.784 zonas eleitorais do país para a escolha de 260 cargos, entre 237 parlamentares e 23 governadores.

Três grupos políticos polarizam a disputa regional: o grupo Grande Polo Patriótico, que reúne aliados de Chávez; a Mesa de Unidade Democrática, que faz oposição; e os independentes.

Para analistas políticos, as eleições de ontem foram importantes para avaliar a unidade do bolivarianismo em um momento de incertezas com o agravamento do estado de saúde de Chávez. Há seis dias, o presidente foi submetido a uma cirurgia para a retirada de um tumor maligno. Foi a quarta operação em 18 meses. O tratamento foi feito, na maior parte do tempo, em Havana, Cuba.

*Com informações da agência pública de notícias da Venezuela, AVN.

Dez mil Famílias Quilombolas devem receber serviços de Ater

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) pretende atender o total de dez mil famílias quilombolas com serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) até o final do próximo ano. A iniciativa foi apresentada, nesta sexta-feira (14), em encontro com a presença do ministro Pepe Vargas e representantes dos movimentos quilombolas e que discutiu as ações para 2013 do Programa Brasil Quilombola que competem ao MDA.

Nesse sentido, Pepe Vargas lembrou que foi lançada, recentemente, chamada pública de Ater, que beneficiou 4,5 mil famílias quilombolas e que nova chamada será lançada para beneficiar mais 4,5 mil famílias em 2013, o que já daria um total de nove mil famílias atendidas com o benefício.

O ministro anunciou, ainda, que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), autarquia vinculada ao MDA, passará a emitir a DAP, o que facilitará o processo, tendo em vista que o órgão está presente em todos os estados. “Estamos trabalhando para atingir as metas, mas precisamos que, em contrapartida, a Conaq nos ajude na identificação das demandas”, frisou o ministro.

O diretor para Povos e Comunidades Tradicionais do MDA, Edmilton Cerqueira, acrescentou que é importante ver o Incra como novo parceiro na emissão da DAP. “Vai ser um reforço, mas as empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural também vão continuar emitindo a declaração”, explicou.

Melhorias
Durante o evento, o coordenador nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), Arilson Ventura, também apresentou algumas melhorias de interesse dos quilombos. Dentre elas, a Ater específica para os quilombolas; maior emissão de Declarações de Aptidão ao Pronaf (DAP); adesões ao selo Quilombos do Brasil; e uma linha de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) destinada aos quilombolas.

Ventura reconheceu o desempenho do ministério na formulação de políticas voltadas para esta parcela da população. “O MDA é o alavancador dessas políticas que chegam às comunidades quilombolas”, definiu.

fonte: Ascom/MDA

Aprovação do Governo Dilma atinge 78%, diz CNI/Ibope

A aprovação do governo Dilma Rousseff atingiu 78%, o maior índice desde o início da gestão em 2011, de acordo com pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira (14).

Nas últimas três pesquisas realizadas em março, junho e setembro deste ano, a aprovação sobre a maneira de governar da presidente Dilma permaneceu em 77%. A variação, contudo, oscilou dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais.

A avaliação positiva do governo permaneceu estável. Assim como em setembro deste ano, o percentual dos entrevistados que consideram o governo Dilma “ótimo” ou “bom” é de 62%. O índice de brasileiros que avaliam o governo

“ruim” ou péssimo” é de 7%.

A pesquisa indicou ainda que a popularidade de Dilma e do governo não foram abaladas, apesar de as notícias mais lembradas de forma espontânea pelos entrevistados estarem o julgamento do mensalão, o anúncio da redução da conta de luz, a operação da Polícia Federal Porto Seguro que investiga esquema de corrupção em órgãos do governo federal e a CPI do Cachoeira.

LULA

O número de entrevistados que consideram o governo Dilma igual ao governo de seu antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu de 57% para 59%.

A popularidade do governo Dilma, contudo, ainda é menor que a do segundo mandato de Lula se comparados os números do mesmo período. Em dezembro de 2008, 73% dos entrevistados consideravam o governo Lula “ótimo” ou “bom” e 84% aprovaram a maneira de Lula governar.

Sem comparados aos números do primeiro mandato de Lula, contudo, Dilma já bateu os recordes de seu antecessor, considerando o final do segundo ano de gestão. Em novembro de 2004, 62% aprovaram positivamente a maneira de Lula governar e 41% consideraram o governo “ótimo” ou “bom”.

PONTOS FRACOS

A saúde, a segurança e a alta carga tributária ainda são apontadas como os principais pontos fracos do atual governo.

No caso da saúde, 74% dos entrevistados desaprovam as medidas adotadas por Dilma, batendo, segundo a pesquisa, recorde de desaprovação.

PESQUISA

A avaliação do governo Dilma e da atuação da presidente é feita de três em três meses pelo Ibope, a pedido da CNI.

A pesquisa foi realizada entre 6 e 9 deste mês com 2.002 pessoas em 142 municípios.

Dilma Considera lamentáveis as acusações contra o ex-presidente Lula

A presidente Dilma Rousseff disse, em entrevista publicada nesta quinta-feira (13) pelo jornal francês “Le Monde”, que não tolera corrupção, e defendeu o governo de seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva.

“Eu não tolero a corrupção e meu governo também não”, disse Dilma.

Em entrevista concedida ao diário antes de deixar a França, onde concluiu na quarta uma visita de Estado de dois dias, Dilma explicou que no Brasil, para se candidatar a uma eleição, um cidadão não pode ter acusações pendentes contra si.

“‘O Ministério Público é independente, a Polícia Federal investiga e prende e a Justiça pune”, disse. “E aquele que iniciou esta nova etapa de governança foi o ex-presidente.”

 Afirmando que a corrupção “é uma praga que afeta todos os países”, a presidente brasileira considerou que, além das pessoas, “as instituições devem ser virtuosas”.

Segundo ela, “a  sociedade deve ter acesso a todos os dados governamentais” e aqueles que utilizam recursos públicos “têm que prestar contas”.

Por isso, o Brasil criou um “Portal da Transparência” que registra os gastos públicos dia a dia, acrescentou.

“Eu não tolero a corrupção, e meu governo também não. Se há suspeitas fundadas sobre a pessoa, ela tem que sair. Mas, certamente, não se pode confundir essas investigações com uma caça às bruxas própria de regimes autoritários”, disse.

Dilma já havia defendido na terça seu antecessor, considerando “lamentáveis” as acusações contra o ex-presidente e afirmando que são “tentativas de manchar o imenso respeito que o povo brasileiro tem por Lula”.