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Washington (PT) assina Pacto Nacional pela Juventude

O candidato da coligação “Juntos por São Luís”, Washington Luiz (PT), assinou nesta terça-feira (28), o Pacto Nacional pela Juventude, proposto pelo Conselho Nacional. O documento prevê um compromisso real do candidato com as diretrizes propostas pela Secretaria Nacional de Juventude, ligada à Presidência da República, para a melhoria da qualidade de vida de jovens em todo o Brasil. O secretário Nacional de Juventude do PT, Jefferson Lima, esteve presente ao ato.
O pacto foi proposto nacionalmente e apresentado aos candidatos a prefeito dos 5.565 municípios brasileiros, no intuito de estabelecer uma política municipal de apoio à Juventude em todo o país. Washington foi o primeiro candidato em São Luís a assumir e assinar o acordo.
A Política Nacional de Juventude é um compromisso recente no Brasil. Começou a ser desenhada em 2003, com a ascensão de Lula à presidência. Apesar de registrar avanços consideráveis na área, o Conselho Nacional de Juventude acredita que mais pode ser feito por essa fatia considerável da população: de acordo com dados do IBGE, 6,5 milhões de jovens não trabalha e não estuda. Além disso, 32,8% dos jovens entre 18 e 24 anos abandonaram os estudos sem completar a educação básica e apenas 12% chegaram a cursar o ensino superior. Os dados são de 2009.
O documento assinado por Washington tomou como base propostas apresentadas pelas Juventudes de 14 partidos, unidas a representantes das juventudes Negra, Católica, Evangélica e movimentos universitários de São Luís, que procuraram adaptar as diretrizes nacionais à realidade local.
Segundo Ana Tereza Ferreira, da Juventude do PT, a assinatura do pacto representa um compromisso concreto de Washington com os jovens da capital maranhense. “A iniciativa mostra a real intenção do candidato em implementar políticas públicas planejadas pela e para a juventude ludovicense”, analisa a estudante,
Dentre os compromissos apresentados pelo pacto, estão tarefas de implantação imediata, com a intenção de promover a emancipação da juventude por meio da consolidação de políticas específicas, tais como o combate ao crack, o investimento em educação profissionalizante, o combate às altas taxas de mortalidade entre jovens, o incentivo ao empreendedorismo juvenil, a ampliação dos espaços para disseminação de cultura e lazer para jovens, dentre outros.
Durante o ato da assinatura, Washington fez questão de lembrar que o documento já passa a fazer parte do plano de governo proposto pela sua candidatura. “São necessidades reais, identificadas pela própria Juventude”, relata o petista. “Assinar esse compromisso mostra a nossa intenção de ouvir a população, em todas as suas faces, e fazer de nosso governo uma gestão participativa e transparente”, assegura o candidato.

  Fonte: ass. de comunicação

PREFEITO ANTONIO DINIZ ENTRA COM PEDIDO DE IMPUGNAÇÃO DA COLIGAÇÃO PT/PCdoB

Não conformado com as diversas tentativas de impedir a candidatura do PT a prefeito de Bequimão, mais uma vez o prefeito Antônio Diniz tenta desestabilizar a coligação “Construindo uma nova Bequimão” através de uma ação de impugnação de seus 13 candidatos à Câmara Municipal.

 O Blog entrou em contato com o candidato da Prefeito Magal e ele afirmou o seguinte: “a Coligação PT/PCdoB considera esta ação uma retaliação por parte do prefeito Antônio Diniz. Esta prática vem acontecendo a bastante tempo e se intensificou após as convenções municipais, quando o partido decidiu lançar candidatura própria, por não concordar com as práticas de governo e a falta de compromisso com as políticas públicas, entre elas a saúde, a segurança pública, a educação, a infra-estrutura básica, que acontecem precariamente ou inexistem.

 Mas o PT /PCdoB é grande e forte, e mostraremos mais uma vez que podemos e queremos JUNTOS, construir uma nova história para Bequimão. Um momento onde a participação popular, a transparência administrativa, as políticas públicas sejam prioridades, e que assim possamos resgatar o orgulho se sermos bequimãenses.”

 Com certeza essa será mais uma derrota para Antônio Diniz.

veja abaixo o pedido

Eleições/2012: PT aprova resolução que prevê punição a quem descumprir decisões do partido

O Diretório Municipal de PT, em São Luis, aprovou Resolução Política que prevê punição, podendo chegar até a expulsão, a quem desrespeitar as decisões partidárias quanto o processo eleitoral deste ano. A medida foi tomada durante reunião do diretório, realizada no sábado (23).

Pela resolução, ”o Diretório Municipal de São Luís aplicará no que couber, através de sua Executiva Municipal, todas as sanções e penalidades previstas no Estatuto em caso de descumprimento e desrespeito de suas deliberações, que sabidamente de todos prevê advertências, suspensão e até mesmo expulsão dos quadros do partido.”

A seguir a íntegra do texto:

RESOLUÇÃO POLÍTICA

O Partido dos Trabalhadores comemora este ano seus 32 anos, vivendo um momento muito rico em São Luís, que por sua vez comemora 400 anos. Atualmente, temos o Vice-Governador do Estado, 3 Deputados Estados Estaduais, 1 Deputado Federal, sem falar em nossos Vereadores e Vereadoras, Prefeitos, Vice-Prefeitos em todo o Estado do Maranhão.

Pela primeira vez em sua história, o PT disputará a prefeitura da capital com reais chances de vitória, pois o nosso candidato Washington Luiz, além do apoio inconteste da Direção Nacional do PT, do Ex-Presidente Lula, da Presidenta Dilma, conta ainda com os movimentos sociais, populares e sindicais e com o apoio de 14 partidos da base aliada da Governadora Roseana, com possibilidades de ampliar até a convenção oficial, assegurando desta forma, um amplo apoio político e tempo de televisão e rádio necessários para potencializar nossas intenções de votos.

Neste cenário, cabe ao Diretório Municipal assegurar as condições políticas para que sejamos os grandes vitoriosos nas eleições de 7 de outubro, contra João Castelo (PSDB), que é o nosso maior adversário em São Luís, no Maranhão e na disputa do Projeto Nacional. Diante deste quadro, em que a eleição de Washington Luiz para prefeito é uma prioridade nacional, estratégica para o crescimento do PT no Maranhão, alerta-se para o fiel cumprimento das disposições estatutárias quanto à fidelidade partidária, não havendo espaço para qualquer um de seus filiados e filiadas, lideranças, candidatos e candidatas à vereança, parlamentares em quaisquer esferas, flertar com candidaturas adversárias ao projeto petista de governar São Luís.

Desta forma, o Diretório Municipal de São Luís aplicará no que couber, através de sua Executiva Municipal, todas as sanções e penalidades previstas no Estatuto em caso de descumprimento e desrespeito de suas deliberações, que sabidamente de todos prevê advertências, suspensão e até mesmo expulsão dos quadros do partido.

Certos de que todos e todas estamos conscientes da importância deste momento histórico para o PT de São Luís, o Diretório Municipal de São Luís conclama toda sua militância para a grande batalha política de 7 de outubro, em que elegeremos nossos vereadores e vereadoras e o Prefeito Washington Luiz para escrevermos uma outra história para a nossa linda São Luís.

São Luís, 23 de Junho de 2012

Luís Fernando Araújo da Silva
Presidente do Diretório Municipal do PT de São Luís.

Giro da Notícia

fonte: blog bequimão agora

PT lança pré-candidatos

O PT definiu seus pré-candidatos para a eleição proporcional. Serão lançados, pelo menos, 15 candidatos a vereador, entre eles Biné, João Braga, Gilson, Manoel Belo, Lobo, Emerson e Aguinaldo.

PDT fortalecido

O PDT deve apresentar entre seus pré-candidatos a vereador Danilo, Dicinho e o pastor Assis, todos ex-auxiliares do prefeito Antonio Diniz, que se afastaram para concorrer a uma vaga na Câmara. Também devem ser candidatos os neopedetistas Aguinaldo, Mizinho e Adelminha. Os vereadores Doutor e Filuca, além de Preta, mulher do vereador Barbosa disputarão a eleição proporcional.

Convenção

Os partidos que defendem intransigentemente a candidatura a reeleição do prefeito Antonio Diniz, PDT, PSB e PSDB, devem realizar suas convenções partidárias no dia 24 de junho, dia de São João. A fogueira vai esquentar.

PPS na disputa

O PPS poderá ter até seis pré-candidatos disputando vaga na Câmara. Destaque para o ex-vereador Jocimar Castro, a universitária Milla Tamires, filha do vereador Fredson, e Domingos Boais.

Com a brocha na mão

O engenheiro Vadoca sonhava e dava como certo de que seria o candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada pelo filho de Juca Martins. Foi estimulado pelo cacique e depois que estava com toda a empolgação viu sua escada ser retirada pelo ex-prefeito que preferiu manter Pedro do Acará. Resultado: ficou só com a brocha na mão. Não foi por falta de aviso.

A força da Imagem do PT

Em artigo publicado na revista Carta Capital que circula esta semana, o sociólogo Marcos Coimbra traz os dados de uma pesquisa nacional feita recentemente pelo instituto Vox Populi, presidido por ele, em que 48% dos entrevistados disseram simpatizar com algum partido. Só que 80% das respostas se restringem a apenas três partidos: o PT, com 28% das respostas, o PMDB, com 6% e o PSDB com 5%. Os demais 26 partidos dividem os 20% restantes de simpatia.

 por Marcos Coimbra

Ao contrário do que se costuma pensar, o sistema partidário brasileiro tem um enraizamento social expressivo. Ao considerar nossas instituições políticas, pode-se até dizer que ele é muito significativo.

Em um país com democracia intermitente, baixo acesso à educação e onde a participação eleitoral é obrigatória, a proporção de cidadãos que se identificam com algum partido chega a ser surpreendente.

Se há, portanto, uma coisa que chama a atenção no Brasil não é a ausência, mas a presença de vínculos partidários no eleitorado.

Conforme mostram as pesquisas, metade dos eleitores tem algum vínculo.

Seria possível imaginar que essa taxa é consequência de termos um amplo e variado multipartidarismo, com 29 legendas registradas. Com um cardápio tão vasto, qualquer um poderia encontrar ao menos um partido com o qual concordar. Mas não é o que acontece. Pois, se o sistema partidário é disperso, as identificações são concentradas. Na verdade, fortemente concentradas.

O Vox Populi fez recentemente uma pesquisa de âmbito nacional sobre o tema. Deu o esperado: 48% dos entrevistados disseram simpatizar com algum partido. Mas 80% desses se restringiram a apenas três: PT (com 28% das respostas), PMDB (com 6%) e PSDB (com 5%). Olhado desse modo, o sistema é, portanto, bem menos heterogêneo, pois os restantes 26 partidos dividem os 20% que sobram. Temos a rigor apenas três partidos de expressão. Entre os três, um padrão semelhante. Sozinho, o PT representa quase 60% das identidades partidárias, o que faz com que todos os demais, incluindo os grandes, se apequenem perante ele.

Em resumo, 50% dos eleitores brasileiros não têm partido, 30% são petistas e 20% simpatizam com algum outro – e a metade desses é peemedebista ou tucana. Do primeiro para o segundo, a relação é de quase cinco vezes.

A proeminência do PT é ainda mais acentuada quando se pede ao entrevistado que diga se “simpatiza”, “antipatiza” ou se não tem um ou outro sentimento em relação ao partido. Entre “muita” e “alguma simpatia”, temos 51%. Outros 37% se dizem indiferentes. Ficam 11%, que antipatizam “alguma” coisa ou “muito” com ele.

Essa simpatia está presente mesmo entre os que se identificam com os demais partidos. É simpática ao PT a metade dos que se sentem próximos ao PMDB, um terço dos que gostam do PSDB e metade dos que simpatizam com os outros.
Se o partido é visto com bons olhos por proporções tão amplas, não espanta que seja avaliado positivamente pela maioria em diversos quesitos: 74% do total de entrevistados o consideram um partido “moderno” (ante 14% que o acham “ultrapassado”); 70% entendem que “tem compromisso com os pobres”(ante 14% que dizem que não); 66% afirmam que “busca atender ao interesse da maioria da população” (ante 15% que não acreditam nisso). Até em uma dimensão particularmente complicada seu desempenho é positivo: 56% dos entrevistados acham que “cumpre o que promete” (enquanto 23% dizem que não). Níveis de confiança como esses não são comuns em nosso sistema político.

Ao comparar os resultados dessa pesquisa com outras, percebe-se que a imagem do PT apresenta uma leve tendência de melhora nos últimos anos. No mínimo, de estabilidade. Entre 2008 e 2012, por exemplo, a proporção dos que dizem que o partido tem atuação “positiva na política brasileira” foi de 57% a 66%.

A avaliação de sua contribuição para o crescimento do País também se mantém elevada: em 2008, 63% dos entrevistados estavam de acordo com a frase “O PT ajuda o Brasil a crescer”, proporção que foi a 72% neste ano.

O sucesso de Lula e o bom começo de Dilma Rousseff são uma parte importante da explicação para esses números. Mas não seria correto interpretá-los como fruto exclusivo da atuação de ambos.

Nas suas três décadas de existência, o PT desenvolveu algo que inexistia em nossa cultura política e se diferenciou dos demais partidos da atualidade: formou laços sólidos com uma ampla parcela do eleitorado. O petismo tornou-se um fenômeno de massa.

Há, é certo, quem não goste dele – os 11% que antipatizam, entre os quais os 5% que desgostam muito. Mas não mudam o quadro.

Ao se considerar tudo que aconteceu ao partido e ao se levar em conta o tratamento sistematicamente negativo que recebe da chamada “grande imprensa”- demonstrado em pesquisas acadêmicas realizadas por instituições respeitadas – é um saldo muito bom.

É com essa imagem e a forte aprovação de suas principais lideranças que o PT se prepara para enfrentar os difíceis dias em que o coro da indústria de comunicação usará o julgamento do mensalão para desgastá-lo.

Conseguirá?

Fonte: http://www.itevaldo.com/